Proder – Acção – Cooperação para Inovação

Concepção de novos produtos, processos ou tecnologias/realização ou testes de aplicabilidade no Âmbito da Inovação - Industria agro-alimentar

Parceria:

Instituto Politécnico de Bragança /Escola Superior de Bragança
Dr. Álvaro Mendonça
Cooperativa de Produtores de leite de Cabrito da Raça Serrana (Leicras)
Eng.º Inácio Carvalho Neto
Associação Nacional de Caprinicultores da Raça Serrana (Ancras)
Pedro Gabriel
Ricardo Lima
Goretti Teixeira
Francisco Pereira

La reprodution naturelle des chèvre pour un marché européen durable du lait de chèvre" . ( Flock-Reprod ).

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Melhoramento da Eficiência Reprodutiva em Caprinos de Raças Autóctones

Coordenador:
Dr. Ramiro Mascarenhas

Instituições Participantes:
Estação Zootécnica Nacional (EZN)
Direcção Regional de Agricultura do Ribatejo e Oeste (DRARO)
Direcção Regional de Agricultura de Trás-os-Montes (DRATM)
Direcção Regional de Agricultura da Beira Interior (DRABI)
Direcção Regional de Agricultura do Algarve (DRAAlg)
Associação Nacional de Caprinicultores da Raça Serrana (ANCRAS)
Associação de Criadores de Ovinos e Caprinos do Ribatejo e Oeste (ACORO)
Associação de Criadores e Reprodutores do Oeste (ACRO)

Objectivos

- Adaptação das técnicas de controlo e reprodução às raças caprinas autóctones, nomeadamente a indução da ovulação em período de repouso sexual e o desenvolvimento da inseminação artificial com sémen conservado por refrigeração.
- Estudo da relação dose – resposta dos tratamentos hormonais e avaliação dos intervalos entre os diferentes fenómenos induzidos pelos mesmos tratamentos, em particular o momento da ovulação.
- Início do estudo da capacidade de congelação dos espermatozóides de bode em várias épocas do ano e aperfeiçoamento da respectiva técnica.
- Possibilitar às Associações de Criadores e às equipas locais das Direcções Regionais a utilização da tecnologia de inseminação artificial, através da formação e instalação dos meios indispensáveis.

Metodologia

Os animais utilizados nos ensaios pertenciam aos efectivos das Direcções Regionais de Agricultura e das Associações participantes, bem como a alguns efectivos privados.

Raça Serrana Transmontana: ANCRAS, DRATM e efectivos privados.
Raça Serrana Ribatejana: Efectivos privados e DRARO
Raça Charnequeira – DRABI
Raça Algarvia - DRAAlg

Foram instalados pequenos laboratórios de sémen em Trás-os-Montes (Quinta do Valongo – Mirandela), na Beira Interior (Quinta da Varzea – Idanha a Nova) e no Algarve (Centro Experimental do Paúl – Messines), de modo a possibilitar a recolha, avaliação, diluição e refrigeração do sémen.
A indução e sincronização do estro foi provocada pelo tratamento com esponjas de acetato de fluorogestona durante 11 dias. Ao 9º dia eram administradas 50-100 microgramas de prostaglandinas-F2alfa e 300-500 UI de PMSG (Pregnant Mare Serum).
A inseminação artificial foi efectuada entre as 42 e as 43 horas depois do fim do tratamento progestagénico (extracção de esponjas), sendo aplicada uma única dose de sémen contendo 150-250 milhões de espermatozoides. A maior parte das inseminações foram intra-uterinas, através do canal cervical.
O sémen era diluído em meio de leite desnatado, enriquecido com glucose e antibióticos, refrigerado a + 15º C e utilizado nas 4 a 6 horas seguintes.
Em alguns casos, foi avaliado o comportamento sexual das cabras, através do doseamento da progesterona plasmática.

Resultados

O número de cabras inseminadas pela Direcção Regional de Agricultura vai indicado no Quadro I.

Quadro I – Número de cabras inseminadas por anos de execução

  1997 1998 1999 Total
DRA Algarve   48 31 79
DRATM 12 37 141 190
DRARO 38   128 166
DRABI   50 42 92
Total 50 135 342 527

 

Os resultados globais das inseminações efectuadas e que puderam ser apurados, encontram-se resumidos no Quadro II.

Quadro II – Resultados globais das inseminações artificiais em caprinos

Região Raça
IA
D. G.
Positivo

Partos
Fertilidade
Média %
Prolificidade Média
DRA Alg Algarvia 79   53 67.2 2.3
DRATM Serrana
105
29
 
 
15
 
53
 
 
50.5
51.7
 
1.8
 
 
DRARO Serrana
54
122
 
 
66
 
 
 
 
64.8
58.9
 
1.9
 
 
DRABI Charnequeira
50
42
 
 
31
 
26
 
 
52.0
73.8
 
1.7
 
 
Total   471 112 167 59.2 2.0

 D. G. = Diagnóstico de gestação por ecografia. Fertilidade % = nº de cabras paridas / nº de cabras inseminadas
Prolificidade = nº de crias / nº de cabras paridas

 

 Conclusões

O sucesso da inseminação artificial depende, além da qualidade do sémen, do local de deposição do sémen (intra-cervical ou intra-uterina), da época do ano (estação sexual), da resposta da fêmea ao tratamento de sincronização e do momento da inseminação em relação à ovulação.
A inseminação intra-uterina pode ser facilmente praticada através do canal cervical usando a técnica descrita por Fougner (1976) e que dá resultados satisfatórios. A técnica é bastante simples poderá ser vulgarizada através da preparação adequada de técnicos para a sua execução.
A fertilidade média obtida após sincronização do estro (59,2 %) não difere da que é referida em trabalhos anteriores (Mascarenhas et al, 1993). Observou-se alguma variação nos diferentes ensaios que pode ser atribuída à pouca experiência das equipas de inseminação, uma vez que os resultados têm vindo a ser melhorados.
Do rápido desenvolvimento desta tecnologia e das acções de melhoramento a ela associadas, poderá depender o futuro de uma parte dos nossos criadores e de algumas raças caprinas locais de grande interesse pelo seu potencial genético e rusticidade.

Fonte: Seminário – Resultados da participação da EZN nos projectos PAMAF-IED, Estação Zootécnica Nacional – Fonte Boa, Vale de Santarém

Utilização Silvopastoril das Florestas Autóctones da Região de Trás-os-Montes: seu estudo integrado

Coordenador do Projecto:
Prof. Dr. Alfredo Teixeira

Entidades Participantes:
A Escola Superior Agrária de Bragança e a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, no seu conjunto, representam hoje o potencial científico com maior obra realizada sobre agricultura de Trás-os-Montes. Parceira indispensável à aplicação e desenvolvimento dessa produção científica, a Direcção Regional de Agricultura de Trás-os-Montes tem sabido associar-se a tais realizações, cuja participação tem, muitas vezes, viabilizado a sua concretização. Para uma efectiva transferência de tecnologia, não poderia ser esquecida a participação dos seus principais destinatários, representados pelas associações de criadores de pequenos ruminantes. Deste modo concretizou-se a participação das associações de maior capacidade técnica e representatividade, a Associação Nacional de Criadores de Ovinos Churra da Terra Quente e a Associação Nacional de Caprinicultores da Raça Serrana; bem como se assegurou o apoio de outras, cobrindo assim a quase totalidade da actividade pastoril da região de Trás-os-Montes, para a realização do projecto PAMAF 7102 que é coordenado pela Escola Superior Agrária de Bragança.

Objectivos

O objectivo geral do projecto consiste no melhoramento da actividade silvopastoril, integrando-a com a produção florestal, promovendo uma maior utilização dos recursos naturais e a gestão equilibrada dos ecossistemas florestais de espécies autóctones.

O projecto em causa divide os seus objectivos específicos entre os de produção animal, produção florestal, sociologia e economia dos sistemas agrários e de conservação da natureza. Em relação aos de produção animal, pretende-se actuar ao nível dos sistemas de produção, nomeadamente aprofundando o conhecimento do pastoreio de percurso, em particular dos seus recursos alimentares e implicações destes no ciclo produtivo do rebanho. Estudando as alterações a esse nível devidas à disponibilidade das novas áreas florestais.

Na produção vegetal pretende-se actuar fundamentalmente ao nível da diminuição dos combustíveis, bem como promover uma vigilância destes ecossistemas florestais, pela presença do pastor.

No que diz respeito aos objectivos sócio-económicos, pretende-se avaliar os benefícios da integração das actividades pecuária e silvícola, bem como a eventual pacificação das relações entre os seus intervenientes.

Relativamente aos objectivos de conservação da natureza, pretende-se acompanhar a evolução dos ecossistemas em causa, nomeadamente ao nível da dinâmica da vegetação, efeitos sobre o solo, húmus e folhada, e reciclagem de nutrientes.

Estado actual dos conhecimentos

Numerosos trabalhos no âmbito da silvopastorícia têm demonstrado a possibilidade de compatibilizar os interesses silvícolas e pastoris , optimizando assim a gestão e utilização dos recursos aí envolvidos (MEURET, 1989; REGO et al., 1990; LÉOUFFRE, 1991; GOBI, 1993; REGO et al., 1991).

Os efeitos positivos do pastoreio nos ecossistemas florestais, desde que respeitadas algumas regras básicas de condução, são hoje indiscutíveis e aceites pela generalidade dos técnicos envolvidos neste sector. O pastoreio não só consome a fitomassa, bem como modifica parcialmente a sua estrutura por efeito mecânico (VALETE et al., 1992). È especialmente indicado na manutenção de áreas corta-fogo estratégicas, duplicando ou triplicando o espaço de tempo entre duas intervenções de limpeza (DELABRASE et al., 1991)

A alimentação da generalidade dos rebanhos de pequenos ruminantes na região de Trás-os-Montes é baseada no pastoreio de percurso (BARBOSA, 1993). A capacidade que certos animais possuem para seleccionar rações de boa qualidade em meios empobrecidos, tem sido destacada por numerosos autores (BOURBOUZE, 1980; BOURBOUZE et DONADIEU, 1987; LECRIVAIN, 1988; MEURET et al., 1985; CASTRO et al., in press). Esta capacidade é fruto de várias características, inerentes ao próprio animal (GORDON et IASON, 1989), à habitação a este tipo de meios (LÉOUFFRE et al., 1989), bem como à própria condução dos animais (LECRIVAIN et al., 1990). Esta Capacidade de selecção, adiada ao facto de se saber actualmente que é possível manipular a capacidade ingerida através de pequenas suplementações, constitui uma ferramenta poderosíssima de gestão naturais, permitindo assim a transformação de recursos expontâneos de baixo custo em produtos de alto valor comercial.

Interesse económico, social e regional

A actividade silvopastoril representa uma alternativa de utilização do território extremamente interessante em termos regionais, dadas as características das florestas autóctones de Trás-os-Montes, as difíceis condições edafoclimáticas e a rusticidade demonstrada por algumas raças autóctones. No entanto, ela é dificultada pelas relações historicamente tensas e difíceis entre pastores e proprietários florestais, situação que se agravou pelo desconhecimento técnico de que as florestas podem e devem ser pastoreadas.

Do ponto de vista social é de interesse maior contrariar esta situação, tornando-se necessário promover a aproximação entre os principais interpretes da actividade pastoril, criadores e pastores de rebanhos de pequenos ruminantes, e os detentores da propriedade florestal autóctone, demonstrando os benefícios conjuntos que daí são de esperar. Por outro lado, este tipo de actividade, é citada por diversos autores como um meio de fixação das populações, como uma alternativa real de desenvolvimento que atenua a desertificação humana desta região do país.

Os benefícios mútuos de integração da actividade florestal com a pastorícia, como por exemplo a redução dos períodos de carência alimentar dos animais, a redução do risco de incêndio, pela diminuição da carga combustível acumulada, bem como pela vigilância do pastor, etc., não devem ser negligenciados em termos de interesse económico.

Fases e metodologias das actividades

A parte experimental do projecto é concretizada em diferentes regiões de Trás-os-Montes , incidindo sobre áreas florestais das espécies autóctones mais representativas, concretamente de Sobreiro, Azinhal, e Carvalho.

O projecto compreende as seguintes fases:

Fase A - Estudo dos tipos de percursos tradicionalmente utilizados por rebanhos de ovinos e caprinos;

Fase A.1 - Levantamento da actividade silvopastoril
Realização do levantamento da actividade pastoril de ovinos e caprinos ao nível da freguesia e rebanho para cada um dos domínios geográficos dos ecossistemas florestais.

Fase A.2 - Tipologia dos percursos mais utilizados.
Os dados compilados anteriormente proporcionaram dados sobre um número de rebanhos de ovinos e caprinos, os quais são acompanhados no seu percurso diário com uma periodicidade bimensal. Com tal pretende-se que, por meio de GPS e inquérito ao pastor, se conheça as particularidades da sua actividade. Os resultados permitirão elaborar cartas de evolução dos percursos ao longo do ano, como os perfis de usos do solo utilizados pelos mesmos.

Fase B - Avaliação das potencialidades de utilização silvopastoril dos bosques de Sobreiro, Azinhal e Carvalho.

Fase B.0 - Instalação do dispositivo experimental
Consiste na preconização de alternativas parciais, da ordem das centenas de metros, aos percursos utilizados tradicionalmente por três rebanhos de ovinos e três de caprinos (um por cada espécie florestal), que contemplem a passagem pelos tipos de florestas em estudo. Balizagem de tais alternativas com a intervenção dos proprietários desses espaços e a colaboração dos pastores em causa. Definição de espaços vizinhos bem como de rebanhos exteriores ao projecto, para funcionarem como testemunha.

Fase B.1 - Avaliação zootécnica
Os aspectos a estudar incidem sobre a caracterização da dieta, condição corporal e ciclo produtivo, comparando os resultados dos rebanhos utilizadores do percurso alternativo com outro que siga um percurso tradicional.
A caracterização da dieta ingerida realizar-se-à recorrendo à identificação das espécies vegetais consumidos (método de coups de dents) e à análise do valor nutritivo das espécies consumidas (análise química e digestibilidade in vitro).
A evolução da condição corporal terá em conta a fase do ciclo produtivo do rebanho (estado fisiológico dos animais). A avaliação do efeito do “aporte” alimentar proporcionado pelo percurso florestal será concretizado por inquéritos aos pastores bem como pela observação do rebanho.

Fase B.2 - Avaliação silvícola
Ao longo da vida do projecto serão controladas algumas variáveis dendrométricas (diâmetro médio, área basal, altura média e dominante, volume e acréscimos), assim como o grau de cobertura, em parcelas permanentes instaladas dentro e fora do percurso alternativo utilizado pelos rebanhos.
Periodicamente serão recolhidos materiais do sub-bosque dos percursos em estudo, que em laboratório serão tratados de acordo com a metodologia dos modelos BEHAVE. Estas amostras compreendem material dos estratos herbáceo, arbustivo morto e folhada. Paralelamente à recolha de material serão registados outros parâmetros com interesse como seja a espessura da folhada, altura da vegetação herbácea e arbustiva, percentagem de cobertura do solo pelos vários tipos de combustível, origem e grau de compactação da folhada, presença de óleos e/ou ceras no material arbustivo e tipo e classe de densidade de arbustivas e herbáceas.

Fase B.3 - Avaliação sócio-económica
Avaliar-se-ão os benefícios económicos derivados da coincidência da exploração florestal e silvopastoril e da alteração do relacionamento entre os proprietários do espaço e os criadores de pequenos ruminantes, com inquéritos e acompanhamentos da actividade de pastoreio, com uma periodicidade bimensal.

Fase B.4 - Avaliação ecológica
A avaliação da acção do pastoreio sobre as biocenoses estudadas (percursos alternativos arbóreos) é realizada tendo em conta a incidência sobre os factores vegetação e solo. Ao nível da vegetação, será acompanhando o evoluir estacional da produtividade e composição do tapete herbáceo que caracterize cada uma das situações, assim como a composição e estrutura do estrato arbustivo. Os métodos serão os tradicionalmente utilizados neste tipo de avaliação, como os transectos, bandas, agulhas, gaiolas, etc. Um indicador importante que se tentará estudar será também a produção frutícola do estrato arbóreo (descrito em Msika, 1993), dadas as características das espécies em causa.
As alterações ao nível do solo, húmus e folhada provocadas pela passagem dos rebanhos nos percursos estudados serão controladas por amostragens periódicas que incidirão sobre as propriedades físicas e químicas do solo (granulometria, pH, carbono, matéria orgânica, azoto, fósforo, potássio, condutividade, etc.), do húmus (aspecto visual e analise das fracções macroscópicas) e da folhada (análise química).

Fase C

Acções de divulgação junto de criadores de pequenos ruminantes e proprietários florestais

Variação Sazonal da Actividade Sexual em Cabras de Raças Locais

Coordenador:
Dr. Ramiro Mascarenhas

Resumo:

O conhecimento da actividade sexual da cabra é um elemento importante para a aplicação das técnicas de controlo da reprodução que permitam melhorar as características dos produtos de origem caprina. A estação sexual dos caprinos estende-se tradicionalmente do fim do Verão ao fim do Inverno. O período de repouso (anestro) parece variar em função da região e da raça caprina considerada.

O objectivo deste trabalho foi a avaliação das variações sazonais da actividade sexual da raça caprina Serrana (variedade Transmontana) que tem o seu habitat na região transmontana do Norte de Portugal, da cabra local grega na região da Macedónea na Grécia e da raça Agrupación Caprina Canaria na Ilha Tenerife e a sua comparação tendo em vista a uniformização dos métodos de controlo da reprodução. A actividade ovárica foi determinada através do doseamento da progestrona plasmática.

Em Trás-os-Montes (Portugal), o início da estação de anestro tem lugar em meados de Fevereiro, data em que todas as cabras entram em anestro, estado fisiológico traduzido por níveis de progestrona plasmática não detectáveis. Em Junho, inicia-se a transição para a estação sexual, e a percentagem da cabras cíclicas passa de 5% em Junho, para 60% em Agosto e atinge os 100% em principio de Setembro.

No Norte da Grécia, 40% das cabras paridas em Novembro e Dezembro ainda apresentam actividade ovárica cíclica entre o fim de Fevereiro e meio de Março seguinte. De Março a fim de Junho, todas as cabras estão acíclicas. Em finais de Junho, inicio da época tradicional de reprodução, todas as cabras respondem ao estímulo do efeito macho, entrando em ciclicidade, o que sugere ser este o mês de transição para a estação de reprodução.
Em Tenerife, a época normal de reprodução começa entre Junho, mas há varias épocas de parto durante o ano. A ciclicidade das cabras foi avaliada entre Outubro e Janeiro, período durante o qual foram observadas percentagens de ciclicidade de 81 a 92%. Não está confirmada a existência de uma estação de anestro tão marcada como as outras regiões.

Estas observações poderão contribuir para o desenvolvimento de novas técnicas de controlo da reprodução, nomeadamente o estímulo do efeito macho, o qual é tanto mais eficiente quanto mais próximo do início da estação sexual for aplicado.

Estudo realizado com ajudas com ajudas europeias: contrato CRAFT (CT98 FA – S2 – 9207), sendo as PME's participantes: CAPRI-IA (França), ANCRAS (Portugal), ARAS (Sardenha – Itália), AMALTHEA (Holanda) OLYMPUS (Grécia) e La CANDELARIA (Canárias – Espanha).

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Fundada em 28 de Maio de 1990 – DR nº 20 de 24-01-1991; Desde 1992, oficialmente reconhecida com Entidade Gestora do Livro Genealógico da Raça Caprina Serrana a nível nacional;

Entidade sem fins lucrativos, cujo o objectivo principal é o de promover e dinamizar a criação de gado caprino Serrano.

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